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Xenofobia: aspectos e raízes ocultas

segunda-feira, dezembro 1st, 2014

Xenofobia, segundo a wikipedia significa:

(do grego ξένος, translit. xénos: “estranho”; e φόβος, translit. phóbos: “medo.”) é o medo, aversão ou a profunda antipatia em relação aos estrangeiros, a desconfiança em relação a pessoas estranhas ao meio daquele que as julga ou que vêm de fora do seu país. A xenofobia pode manifestar-se de várias formas, envolvendo as relações e percepções do endogrupo em relação ao exogrupo, incluindo o medo de perda de identidade, suspeição acerca de suas atividades, agressão e desejo de eliminar a sua presença para assegurar uma suposta pureza.
A xenofobia pode ter como alvo não apenas pessoas de outros países, mas de outras culturas, subculturas, sistemas de crenças ou características físicas. O medo do desconhecido pode ser mascarado no indivíduo como aversão ou ódio, gerando preconceitos. Note-se, porém, que nem todo preconceito é causado por xenofobia.

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A palavra xenofobia é comumente associada a aversão a outras raças e culturas, e também associada à fobia em relação a pessoas ou grupos diferentes, com os quais o indivíduo que apresenta a fobia habitualmente não entra em contato ou evita fazê-lo.
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Atitudes xenofóbicas incluem desde o impedimento à imigração de estrangeiros ou de pessoas pertencentes a diferentes culturas e etnias, consideradas como ameaça, até a defesa do extermínio desses grupos. Por esta razão a xenofobia tende a ser normalmente associada a preconceitos étnicos ou ligados a nacionalidade. Estereótipos pejorativos de grupos minoritários (por exemplo: “asiáticos são sujos”, “muçulmanos são violentos”, “negros são menos inteligentes”, “europeus do norte são superiores aos europeus do sul”, “povos anglo-saxões são superiores aos povos latinos”, etc.) e conflitos de crenças podem levar um indivíduo ao ódio.

Importante que tenhamos em mente a noção corriqueira de xenofobia.

Agora analisaremos a questão oculta. Aquela que ninguém quer comentar. Mas existe.

Vamos usar nossa imaginação.

Imaginemos que um brasileiro comum, aquele que aceita leis passivamente, que aceita abusos do seu governo contra si mesmo e até mesmo defende o governo porque esta alienado por suas autoridades e imprensa dócil. Esse, certamente, se for imigrar em um número excessivo para outro país, digamos, ‘liberalmente superior’, acabará por prejudicar a cultura desse país, que valoriza a liberdade e não aceita que o governo abuse contra ele. Realmente um país que trabalha ha centenas de anos para formar uma sociedade forte, de liberdade e ordem, não aceita culturas que estraguem o que ele fez com tanto sacrifício e trabalho.

Caso haja um desequilíbrio na quantidade de pessoas, logo o estrangeiro tomará conta das decisões, seja por voto ou maioria decidindo e influindo, e aquela cultura secular e firme de educação e liberdade (liberdade de se defender, reclamar, exigir, portar armas, manifestar-se livremente, impor-se a autoridade) e conjuntura de exigência contra políticos e autoridades lesa pátria (fazer frente diariamente contra autoridades é padrão europeu), e demais aspectos de uma cultura exigente, que não aceitem também exploração e roubos das suas terras. Roubos como as fraudulentas demarcações de terras indígenas que visam somente se apossar de pequenas propriedade rurais e entregar riquezas minerais à exploração internacional, sem contar a sujeira das privatizações de setores estratégicos, por exemplo.

Para entender esses ‘aspectos ocultos’ não precisa ser nenhum gênio. Basta ser um ser pensante.

Para uma cultura forte se aliam ao mesmo tempo a pouca desigualdade social, Liberdades Civis invioláveis, emprego como melhor política social, pagamento de salário justo, imprensa democrática e não monopolista, politicas publicas que valorizem o trabalho, diminuam burocracia, impostos e multas, e não a exploração ou o viver de lucros e do suor alheio.

Inclusive onde o governo também, não faça leis espoliadoras, como as famigeradas leis de transito com suas multas abusivas, onde transfere sua responsabilidade para o cidadão, que tem de trafegar em rodovias sem qualquer infraestrutura, mal feitas, mal sinalizadas, não duplicadas. E além disso, pagar impostos para manter remendadas essas rodovias e o salário dos multadores, policiais ou fiscais que ao fim são os arrecadadores para manter a estrutura gigante de incompetência. Propagandas e imprensa dócil costumam alimentar a culpa do motorista (mesmo sabendo que 80% dos acidentes e mortes são culpa da infraestrutura deficiente) para mantê-lo alienado e não reclamar, pois essas rodovias seriam caso de revolução em qualquer outro pais. Esse caso do trânsito é somente um exemplo, porém completo, mas há dezenas deles onde o cidadão é vítima e ainda paga a conta. Essa mesma imprensa e propaganda enganosa oficial jamais faz menção a educar em vez de punir. Quem pune somente resolve o problema a curto prazo e torna o país refém dos incompetentes para sempre.

O cidadão não pode aceitar um excesso de leis que servem unicamente para prende-lo como em teias de aranha. Deve exigir do governo que faça sua parte que depois o povo fará a dele. Não pode aceitar leis que regulamentem ou interfiram na sua vida.

Uma cultura forte deve ser despertada no brasileiro. Não pode aceitar qualquer tipo de multa, leis, impostos ou tributos sem uma explicação longa e a palavra final será do POVO. É vergonhoso que um politico fique orgulhoso de exibir em sua propaganda que fez e essa ou tal lei, para mascarar ou mitigar um problema publico, sabendo que geralmente foi somente para o ‘pequeno’ enquanto o ‘grande’ continua na maior liberdade de ação. É o aspecto vil de um político inferior. Pessoas inteligentes e políticos verdadeiros devem é abolir leis e lutar pela liberdade.

Pensemos. Meditemos e veremos que a xenofobia tem raízes inconscientes que servem de alerta ao povo que se deixa dominar ou são submissos a governo e suas leis espoliadoras.

Enfim para entender tudo: governo somos nós. E tudo que não queremos o governo e outras autoridades não estão autorizadas por nós a fazer.

Os melhores homens do nosso tempo, como Martin Luther King, Gandhi e Nelson Mandela, não eram santos nem caridosos, mas Lutadores. Submissão jamais.